Goiás alcançou a segunda colocação no Índice Mackenzie de Liberdade Econômica Estadual (IMLEE) 2025, ficando atrás apenas de São Paulo. O Estado obteve um score de 6,12, superando a média nacional e registrando crescimento de 30,5% em relação a 2022, quando ocupava a nona posição no ranking.
O resultado consolida Goiás entre as unidades da federação com melhor ambiente de negócios, gestão pública mais eficiente e maior liberdade econômica do país. O estudo avalia o grau de autonomia dos indivíduos para atuar na economia sem restrições excessivas do poder público, levando em conta indicadores como gastos governamentais, carga tributária, tamanho do funcionalismo, densidade sindical e ambiente regulatório.
Os dados do levantamento são baseados em informações oficiais de órgãos como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Secretaria do Tesouro Nacional, Ministério do Trabalho e Receita Federal. De acordo com o IMLEE, os estados com maior liberdade econômica tendem a apresentar maior prosperidade, refletida em renda per capita mais elevada, aumento da expectativa de vida, redução da mortalidade infantil e maior capacidade de inovação.
Além de Goiás e São Paulo, o Espírito Santo completa o pódio dos três estados mais livres economicamente do Brasil.
Em julho de 2024, o governador Ronaldo Caiado regulamentou a Lei de Liberdade Econômica no Estado, por meio do decreto que detalha a Lei Estadual nº 22.612, de abril do mesmo ano. A medida consolidou os direitos de liberdade econômica em Goiás e dispensou 962 atividades de baixo risco da necessidade de atos públicos para iniciar suas operações, reforçando o programa “Goiás Mais Livre”.








