O prefeito Sandro Mabel anunciou neste sábado (28/3) um pacote de medidas voltadas à requalificação do Centro de Goiânia. A proposta busca valorizar o patrimônio histórico, incentivar a moradia na região e reaquecer a dinâmica urbana local. O anúncio foi feito durante a cerimônia de entrega da restauração do antigo prédio do Fórum e da Procuradoria-Geral do Estado, obra realizada pelo Governo de Goiás.
Entre as principais iniciativas está o envio à Câmara Municipal de um projeto de lei que institui o programa “Morar no Centro”. A ideia é oferecer subsídio parcial no valor do aluguel para trabalhadores que atuam na região central, incentivando-os a residirem mais próximos do trabalho. Segundo o prefeito, a medida pode reduzir custos com transporte e melhorar a qualidade de vida da população.
A gestão municipal também pretende promover a revitalização de importantes vias da região, como as avenidas Anhanguera e Goiás, além da Rua 4. As ações incluem a requalificação de fachadas comerciais e a recuperação de prédios históricos, com ênfase na preservação do estilo arquitetônico art déco, característico do Centro da capital.
De acordo com Mabel, o objetivo é transformar o Centro em um espaço mais atrativo, com vida ativa, oferta de serviços e opções gastronômicas. Ele destacou ainda a importância de dar continuidade às melhorias já iniciadas pelo Governo de Goiás, especialmente na região da Praça Cívica, com foco na manutenção e valorização dos espaços públicos.
A entrega do antigo prédio do Fórum e da Procuradoria-Geral do Estado representa a conclusão das obras de recuperação do conjunto arquitetônico art déco da Praça Cívica. O edifício, construído em 1936 e inaugurado em 1942, passou por intervenções estruturais, restauração da fachada e adaptações para acessibilidade.
Durante o evento, o governador Ronaldo Caiado ressaltou a importância das ações para a preservação do patrimônio histórico da cidade. Segundo ele, as obras permitem que a população volte a ocupar e conviver nesses espaços.
O prédio, que estava sem uso desde 2019 por conta de problemas estruturais, deve agora avançar para uma nova etapa de modernização, com adequações internas e tecnológicas voltadas ao uso público.







